Depois de muito enrolar o Og Maciel finalmente conseguimos fazer o Podcast
Foi muito bom participar do Castalio Podcast e bater esse papo com o Og. Me fez relembrar varios momentos importantes da minha vida profissional e como membro da comunidade open source Brasileira.
Conversamos sobre meu inicio na comunidade e minha passagem por diversos projetos e iniciativas dentre elas: Fedora, GNOME, Mozilla, Red Hat.
Segue o link para a entrevista completa e arquivos de audio:
http://www.castalio.info/rodrigo-padula-de-oliveira-ufrj/
Either if you are doing forensics or just want better reports about your call patterns, the iPhone Call History database can be very handfull.
If you have a jailbroken iPhone, you can access the database file directly. If you are not, you can still access it offline simply copying the file from an unencrypted iTunes backup [...]
Antigo site IBM Linux
O site oficial de Linux da IBM Brasil ficava em http://ibm.com/br/linux/ e lá era nosso QG virtual quando o Linux Impact Team existia e eu fazia parte dele. Nosso time foi formado na época para estabelecer a idéia de que Linux, Software Livre, Padrões Abertos etc são coisas boas, desmitificar [...]
Incrível como tudo hoje vira notícia.
Hoje é dia 11/11/11, então pra comemorar essa “data histórica”, nada como um post às 11:11:11 do dia
Abaixo segue um exemplo de configuração do Varnish, para quem trabalha com multiplos sites ou tem outros endereços IP no servidor.
Primeiro altere o VirtualHost para a porta 8080, por exemplo:
<VirtualHost X.X.X.X:8080> ServerName www.dominio.com.br DocumentRoot /path/ --------- </VirtualHost>No Varnish, crie um novo backend, editando o arquivo /etc/varnish/default.vcl
backend virtualhosts { .host = "X.X.X.X"; .port = "8080"; }Adicione a vcl_recv:
if (server.ip == "X.X.X.X") { set req.backend = virtualhosts; } else { set req.backend = default; } }Nos exemplos acima, X.X.X.X é o endereço IP do seu servidor.
Hoje foi lançado o Fedora 16 (Verne), e como de costume o novo release trouxe muitas novidades, em destaque tem o Aeolus Conductor que é uma interface web para gerenciamento de instâncias de computação em nuvem.
Abaixo segue uma lista de implementações significativas, a lista completa pode ser obtida na wiki do projeto.
Também foi lançado oficialmente o Ask Fedora, serviço de perguntas e respostas.
Você pode obter o Fedora 16 em http://fedoraproject.org/pt_BR/get-fedora
O Varnish é um acelerador HTTP para websites com conteúdos dinâmicos. Ele trabalha como um proxy reverso no lado do servidor, guardando as consultas mais recentes e disponibilizado quando necessário, evitando assim que o servidor web tenha toda vez que gerar aquele conteúdo.
Em muitos sites, até mesmo na documentação oficial do Varnish é usado o repositório disponibilizado pela equipe de desenvolvimento do Varnish, porém eu prefiri usar o repositório EPEL (Extre Package for Enterprise Linux), disponibilizado pelo Projeto Fedora.
Primeiro passo, instale o repositório EPEL.
yum install http://download.fedoraproject.org/pub/epel/6/ i386/epel-release-6-5.noarch.rpmEm seguida, instale o Varnish:
yum install varnishAgora temos o Varnish instalado, vamos fazer uma configuração básica. Troque a portal padrão do Varnish da 6081 para 80, no arquivo /etc/sysconfig/varnish
VARNISH_LISTEN_PORT=80Edite o arquivo /etc/varnish/default.vcl, conforme o exemplo abaixo:
backend default { .host = "127.0.0.1"; .port = "8080"; }Com isso, estamos informando ao Varnish que o servidor web está ouvindo na porta 8080 no localhost.
Para validar a configuração acima, edite o arquivo /etc/httpd/conf/httpd.conf e altere a porta para a 8080:
Listen 127.0.0.1:8080Após as alterações, reinicie o Apache e inicie o Varnish.
service httpd restart ; service varnish startAgora teste o seu website acessando pela URL ou IP que era acessado anteriormente, e você pode acompanhar as requisições com o seguinte comando:
varnishtop -i RxHeaderOs procedimentos acima foram realizados e testados no CentOS 6, caso queira fazer na versão 5.x, instale a versão correspondente do repositório EPEL, e os procedimentos serão os mesmos.
O Governo Brasileiro como maior apoiador do software livre nacional tem migrado e se movimentado cada vez mais em direção ao Software Livre e aos padrões abertos.
Visando quantificar e qualificar o uso do Mozilla Firefox como browser padrão na esfera pública, estou fazendo um levantamento de quais órgãos e instituições do governo brasileiro utilizam este browser.
Se você possui qualquer dado válido ou contatos que possam nos levar a números e cases de uso do Firefox na esfera pública, entre em contato através do email contato AT rodrigopadula DOT com ou então comente aqui mesmo no blog.
Estes dados serão todos organizados e repassados para a Mozilla Foundation com o objetivo de atrair cada vez mais a atenção da fundação para o público brasileiro e resolver problemas e questões sobre o uso do navegador no país.
Após o levantamento, publicarei aqui no blog os números compilados (caso eu tenha autorização dos órgãos em questão para divulgação dos números).
Atenciosamente
Rodrigo Padula de Oliveira
Representante da Mozilla no Brasil – REMO
Membro da Comunidade Mozilla Brasil
www.mozillabrasil.org.br
Durante os dias 13 e 14 de Outubro participei do I Fórum da Internet no Brasil, que foi realizado na cidade de São Paulo. O eventos foi promovido pelo CGI.br (Comitê Gestor da Internet), com a finalidade de unir representantes do Governo, da comunidade acadêmica, do segmento empresarial e do terceiro setor para discutir a realidade da Internet no Brasil e os desafios futuros.
O Evento foi dividido em 6 trilas, que foram comandados por 1 orador cada, que trabalhava na organização. Cada participante tinha o direito de solicitar 5 minutos para expressar sua opnião sobre o assunto corrente.
Eu participei da trilha 5 que abordava os seguinte temas: Padronização, interoperabilidade, neutralidade e inovação. As discussões foram muito interessantes, pois estavam presentes também na mesma trilha, pessoas com know how no assunto, como o presidente nacional do RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) e representantes do Ministério das Comunicações.
Tive a oportunidade de apresentar detalhes e estatísticas da situação da Internet banda larga no estado do Amazonas, mais especificamente em Manaus, no âmbito comercial e residencial, dados esses que foram reforçados pelo presidente do RNP. Apresentei, também, alguns questionamentos em relação a possíveis investimentos para melhoria da infraestrutura da região.
A Mozilla anunciou hoje dia 26/10/2011 o lançamento da versão customizada do Firefox com o Bing.com da Microsoft como buscador padrão.
Esta lançamento é mais um passo da parceria entre as duas organizações anunciada ano passado.
Esta versão tem como foco o público americano onde o Bing.com tem crescido bastante nos ultimos anos.
Além do bing.com entrar como buscador default, ele também consta na AwesomeBar e como página inicial padrão desta versão do navegador.
Creio que essa seja mais uma iniciativa para diversificar a receita da Mozilla e diminuir cada vez mais a dependência da Google.
A Mozilla possui várias versões customizadas do Firefox de acordo com parcerias com varias empresas como Twitter, Yahoo e etc.
Link para a notícia: http://blog.mozilla.com/blog/2011/10/26/offering-a-customized-firefox-experience-for-bing-users
Se você colabora ou já colaborou de alguma forma com a Mozilla e seus projetos, gostariamos de saber mais sobre suas experiências e visões pessoais.
Contribua conosco preenchendo o questionário através do link http://mzl.la/pCnv4Q
As informações coletadas serão utilizadas para melhorar nossos processos e manter nossos colaboradores cada mais motivados a contribuir.
A Mozilla agrace a todos seus colaboradores pelo tempo investido em suas colaborações e no preenchimento deste questionário
Atenciosamente
Mozilla Brasil
www.mozillabrasil.org.br
Depois de quase um ano, sem postar no blog, vou fazer um resumo de algo relevante, principalmente da minha participação em relação a comunidade de software livre.
Esse ano pude participar de 2 eventos que merecem destaque, que foi a FUDCon LATAM na cidade do Panamá e o FASOL 3.0 em Santarém no Pará. Durante esse tempo também vim contribuindo com o projeto de empacotamento, mas não criando pacotes necessariamente, mas revisando, principalmente, após a FUDCon onde pude ter um melhor contato com bastante gente da comunidade LATAM, nos útlimos 10 meses minha contribuição no projeto de Embaixadores cresceu significativamente desde que fui escolhido para ser um dos mentores do projeto na América Latina, onde tenho ajudado os candidatos a colaboradores a ingressar no projeto.
A FUDCon LATAM desse ano foi sem dúvida muito boa, foi uma nova experiência em relação ao modelo de organização do evento, e a nível de contribuição também foi bastante produtivo em relação as minhas experiências anteriores. Escrevi um artigo sobre o evento que foi publicado na edição 28 da revista Espírito Livre.
No final de Agosto tive a oportunidade de voltar a cidade Santarém no Pará, para participar do FASOL 3.0, onde ministrei um mini-curso sobre conceitos de segurança em servidores GNU/Linux, e uma palestra sobre o Fedora 15 e o Projeto Fedora. Esse foi interessante notar o interesse dos participantes em relação ao Fedora, em querer utilizar e tirar dúvidas, acredito que isso seja fruto da participação na edição anterior do evento. Esse ano, novamente, após a palestra distribui mídias do Fedora 15. No laboratório que foi reservado para o install fest, após a palestra, a demanda para instalação do Fedora cresceu bastante.
How nice was to be one more time at FISL. It was my 5th edition and it could have been the 6th, if I haven’t had missed the 2010 one. I remember well when back there, 5 years ago, I and a friend of mine took a bus and went to Porto Alegre for our first contact with the Free Software community. At that time I wasn’t involved to any FOSS effort, but that was definitely a starter point to me.
FISL is all about meeting people, opportunities and making friends. You can find practically any kind of geek over there and for the major part of those, you will just be able to meet them in person again in the next FISL.
This year I have met a bunch of ‘old’ FISL guys, people that I have been in touch since FISL 6 and some other new guys. Great people. From those, I couldn’t not mention the Fedora guys. This year we had the current Fedora Project leader, Jared Smith, among us and it was really cool to meet him in person.
I’m really glad that I was able to make it this year. We had a presentation about Transifex in the main schedule and also got mentioned in the speakers list of the event. Hopefully the video of the presentation (in pt_BR) will be available in the following weeks, but you can find the slides here for now.
Esse tutorial serve para qualquer sistema operacional e tem como público alvo qualquer pessoa que saiba ligar e desligar o computador.
Caso você ache que a única utilidade da arquitetura 64bits(x86) é administrar mais de 3GB de memória RAM e muitas vezes acaba trocando de sistema operacional, só pra poder utilizar toda sua memória, talvez esse post seja útil em esclarecer algumas coisas, mostrando também que processadores 32bits podem lidar com mais de 3GB de RAM.
Primeiro vamos aos fatos:Migrar para um sistema 64bits não é ruim, porém, muitas vezes alguns programas 32bits possuem variáveis matemáticas atribuídas de maneira muito genérica, o que resulta em tais programas acabarem alocando, quando mal portados para rodar nativamente, até o dobro de memória na arquitetura 64bits.
Não entendeu? Vou explicar hipoteticamente:
Suponha que, num cálculo em 32bits, sem limitar as casas decimais do resultado, 3/2 dê:
1.5823784592348787519238912389
Agora, também sem limitar, em 64 bits, o mesmo cálculo daria:
1.582378459234878751923891238952456899972245878952247885
É claro que um processador de 32bits pode mostrar um resultado maior, mas ele só aloca 32bits por vez e vai jogando o resto na memória. Mesma lógica para 64bits.
Baseando-se nisso, ressaltando, um programa sem os devidos cuidados nessas variáveis matemáticas, desenvolvido para rodar em arquitetura 32bits, quando portado para 64bits pode ser mais pesado e sem nenhuma evolução aparente.
Outra situação num sistema 64bits são programas, normalmente antigos ou de pouco suporte, que apontam para diretórios padrões de libs (onde há libs de 64bits que podem ser incompatíveis) em busca de libs 32bits. As vezes isso pode ser facilmente resolvido, outras vezes não.
Exemplo num sistema Linux 32:
/usr/libs32
/usr/libs -> link simbólico para /usr/libs32
Programa busca libs 32bits em /usr/libs, é apontado para /usr/libs32 -> OK!
Exemplo num sistema Linux 64:
/usr/libs64
/usr/libs32
/usr/libs -> link simbólico para /usr/libs64
Programa busca libs 32bits em /usr/libs, é apontado para /usr/libs64 -> Ooops! E agora José?
Essas são as duas problemáticas. Isso pode ser insignificante caso você use programas bem suportados na arquitetura 64bits.
O que realmente queira levar em conta seja o fato de que você não apreciaria formatar o seu sistema 32bits só para utilizar toda sua memória RAM.
Finalmente, como utilizar toda a minha memória RAM?Desde 1995, graças ao PAE (Physical Address Extension), podemos fazer isso sem grandes complicações. Hoje, podemos alocar até 64Gb de memória RAM em processadores 32bits (Não funciona com todos os sistemas operacionais).
No Ubuntu:sudo aptitude install linux-generic-pae linux-headers-generic-pae
Importante: A partir do Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx), tanto o CD quanto o DVD de instalação habilitam, por padrão, um kernel com PAE caso seja detectado mais que 3Gb de memória RAM. No caso do instalador via CD, é necessária conexão com a internet pois, apesar de ser instalado automaticamente, o pacote com PAE não vem no CD.
No Windows XP:Clique com o botão direito em Meu Computador e siga para as opções:
-> "Propriedades" -> "Avançado" -> "Inicialização e recuperação" -> "Configurações" -> "Editar".
O bloco de notas abrirá o arquivo “boot.ini” e você deve editar a linha:
"multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS="Microsoft Windows XP" /noexecute=optin /fastdetect
Para:
"multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS="Microsoft Windows XP" /noexecute=optin /PAE
Salve e reinicie.
Após reiniciar o sistema aparecerá uma janela de aviso, informando que foram feitas alterações na inicialização do sistema. Marque a opção “Não mostre esta mensagem ou iniciar o Utilitário de configuração do sistema ao iniciar o Windows” e clique no botão OK para fechar, caso não marque esta opção ao clicar no botão OK irá abrir o utilitário e toda vez que iniciar o sistema esta mensagem aparecerá.
Importante: Só funciona adequadamente no Windows XP SP3. Em alguns computadores com 4GB de RAM ele pode identificar somente 3.5GB da memória.
No Windows Vista e Windows 7:Clique em Iniciar e escreva “cmd” (sem aspas) na barra de pesquisa e clique com botão direito do mouse na única opção de programa disponível, selecionando então “Executar como Administrador”. Digite o comando:
BCDEdit /set PAE forceenable
Importante: Não funciona com Windows 7 Starter.
Fonte:
Ubuntu Documentation - https://help.ubuntu.com/community/EnablingPAE
BCDEdit /set - http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff542202.aspx
Boot Parameters to Configure DEP and PAE - http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff542275.aspx
Memory Limits for Windows Releases - http://msdn.microsoft.com/en-us/library/aa366778(VS.85).aspx#physical_memory_limits_windows_7
P.S.: Não testei no Windows Vista. Se não funcionar e conseguirem fazer de outra maneira, postem aí nos comentários que atualizo o post.
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